É com muito orgulho e alegria que anunciamos a nossa participação em dos podcasts mais ilustres das internets! É isso mesmo, querido musiqueiro, está no ar o “Rádiofobia #162 – DâbouCast com Troca o Disco.” 

Para quem está desavisado, João Paulo e Henrique Machado foram entrevistados pelo mestre Léo Lopes do glorioso Rádiofobia, e puderam contar um pouco mais sobre a história do Troca o Disco.  Neste programa, contamos com a participação de dois ouvintes malucos, Vitor Bertolini e Edu de Aguiar, que deram o sangue para participar desta “surubeta podcastal de alto gabardine!” 

Ouça e entenda melhor como tudo isso aconteceu!

Fica aqui o nosso abraço e imensurável agradecimento a Léo Lopes pelo convite, oportunidade, e carinho com o nosso trabalho!

  • Olha só que beleza… Eu fui até citado no ep, quem diria… Show de bola, Joes. Vcs merecem!

  • Oswaldo Alves

    Olá! Eu também vim parar aqui quando o Léo Lopes mandou pausar o radiofobia. E olha só, quem diria. Vim, vi, ouvi e tomei um grande balde de água fria. Cara, que tristeza me deu ao ouvir o podcast de vocês pela primeira vez, e pior ainda foi ler a lista de pautas dos programas anteriores. O motivo? Estou começando um Podcast EXATAMENTE IGUAL AO TROCA O DISCO. Acabamos de fechar o elenco e selecionamos a pauta do programa piloto. Estamos prontos para gravar e eu estava jurando que ia fazer um programa diferentasso!

    O ponto positivo é que eu fico muito feliz em add o Troca o Disco à minha playlist, pois vocês são exatamente o que eu procurava.
    O tema com foco em Áudio e Música foi nossa forma de escapar da maioria dos podcasts sobre cultura nerd, e por música ser uma coisa que eu amo fazer, ler, ouvir, assistir, estudar, etc. Não vou mudar o tema nem as pautas parecidas. Mas vou tentar me adaptar.
    Por favor não se ofendam ao serem copiados por nós, pois eu gostei tando do Troca o Disco que vocês entraram na nossa lista de referências, ao lado do Radiofobia.

    Acabei de ouvir o ep. “Perrengues de se tocar na noite” e adoraria contar algumas histórias de quando eu tocava em bandas de forró em meio a tiroteios, viagens em vans menores que a banda, bailarinas, festas em cabaré e muita vergonha alheia, mas esse comentário já se estendeu por demais.

    Abraço na boca

  • Só tenho uma coisa a dizer: #pelamordeDeus que produção excelente, bichô! Parabéns pro Léo pela indicação. Já adicionei no meu Pocket Casts.

Newsletter Troca o Disco
Receba novidades com antecedência em seu e-mail
Seu e-mail não será compartilhado.