É fato que estamos passando por uma transição na maneira de se consumir música. Os serviços de streaming estão aí, e por mais que algumas pessoas não gostem da idéia, eles são o futuro e é impossível voltar atrás. A polêmica que se intensifica neste momento é a de como remunerar os artistas de maneira justa, já que o valor para consumo de música em streaming é extremamente reduzido. Os serviços se defendem como sendo uma alternativa para a pirataria e que por menor que sejam os valores pagos, são mais lucrativos do que o download ilegal, aonde o artista não recebe um centavo. 

Quem fala?

João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Ock-Tock, 
ex-Podcaster, jornalista e redator na VirtuaNet.


Download do episódio

Confiram as Bolachadas deste episódio:
Trapeze – You are the music, We are just the band
Laura Welsh – Soft Control
Brian Elliot – Brian Elliot

Links Recomendados
Sigam a playlist com as bolachadas no Apple Music neste link: Troca o Disco #57 – Bolachadas
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Bolachadas dos Ouvintes
Novos Bahianos – Acabou Chorare
Clube da Esquina – Clube da Esquina
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Arte da Capa: Eder Oliveira

  • Lucas de Lima

    FU-DI-DO!
    Baixei o cast com desânimo, esperando ouvir apena s mais um cast sobre streaming, e para minha surpresa ouvi uma velha e conhecida voz. Parecia bom demais para ser verdade, meus ouvidos tinham que estar me enganando.
    Mas aí ouvi o anúncio do convidado, o ilustríssimo Ock-tock. Não consegui conter o “puta que pariu” na hora! Simplesmente o crossover do melhor podcast de música da atualidade, com um integrante do melhor podcast de todos todos TODOS!
    No mais, meus parabéns e meus agradecimentos para vocês seus lindos!

  • Samuel Paiva

    Entendo a preocupação de muitos quanto a remuneração dos artistas, principalmente os que são vinculados a gravadoras e que precisam dividir o que tem sido considerado pouco, mas acho que aí está o elemento que sofrerá grande impacto com o advento do streaming de músicas: os artistas poderão se tornar independentes das gravadoras, pois hoje ter uma gravadora não é sinônimo de sucesso e muitos artistas vêm se destacando utilizando ferramentas digitais e com materiais independentes. A maior fonte de renda do artista foi e sempre será o ganho oriundo dos shows, mas para ganhar com shows precisa ter seu material conhecido. Melhor ter seu material divulgado e/ou distribuído por streaming oficial monetizando algo, do que ter o material distribuído por torrent sem nenhuma monetização. A questão é se os artistas enxergarão este cenário como oportunidade se tornando independentes e ganhando sozinhos ou se irão preferir continuar vinculados a gravadoras vendo estas ganharem quase todo o valor arrecadado sobre o material. tudo é questão de ponto de vista: patrão de si mesmo ou empregado de gravadora?

  • Miolos Miudos

    Eu usei o Deezer há um tempo atrás, no app dava pra “baixar” (armazenar) as músicas! No Spotify e no Apple Music tbm da pra fazer isso?

    • Sim cara! Com certeza! Você consegue deixar disponível para reprodução offline.

  • Não estou conseguindo abrir o link da playlist! Alguém sabe me dizer como faço para procurá-la no Apple Music?

    • As playlists no Apple Music só funcionam por links pelo app no celular. O iTunes ainda não está abrindo links externos e até aonde eu sei, não tem como localizá-las pela busca. Tente pelo celular! =(

  • Gustavo Sampaio

    Já sou um ouvinte antigo mas ainda não tinha dado as caras na sessão de comentários do Troca o Disco!
    Achei a discussão excelente! Inclusive, sob um ponto de vista que ainda não tinha visto sendo discutido pela internet afora. Geralmente argumentamos sobre o streaming do ponto de vista do usuário (qual serviço é melhor, qual tem mais músicas, se o mp3 ainda é mais cômodo, etc e esquecemos de quem está por trás de toda a bagaça, os músicos, abordagem que vocês tocaram e discutiram muito bem.
    Quanto ao preço, acho que no mundo ideal teríamos um aumento na remuneração dos artistas sem um aumento no custo para o usuário. Mas não vivemos no mundo ideal e para isso, claro, as empresas teriam que baixar sua margem de lucro. Seguiremos em busca do “tripé” artista + usuário + empresa que seja justo para todos os envolvidos.

    No mais, só uma observação: o Henrique diz no cast que não está me pagando nada para atualizar a playlist de bolachadas, mas existe um grave erro nessa afirmação! Na verdade a playlist foi a forma que EU encontrei de “pagá-los” pelo excelente conteúdo quinzenal sobre música que recebo quinzenalmente no meu player.
    Fica aqui o meu muito obrigado!

    • Valeu pela criação e atualização das playlists Gustavão! É de grande ajuda!

  • Ricardo Berlim Fonseca

    Lembrando que, além dos direitos dos autores, também existem os direitos conexos, que incluem intervenções que podem ou não ser consideradas artísticas de engenheiros de mixagem, masterizadores, etc.

  • Talita Garcia

    Fiquei com vontade de ouvir um programa sobre a Legião Urbana dps dos excelentes comentários sobre os desdobramentos do Aborto Elétrico rs Edição mt bacana!

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