Ao longo de sua trajetória algumas bandas, por diversos motivos, tem de lidar com substituições de integrantes. Essas mudanças são extremamente delicadas, pois na maioria das vezes, influenciam diretamente na sonoridade ou no próprio relacionamento do grupo. Neste podcast, falamos sobre a substituição de membros de algumas bandas conhecidas e o impacto que isso causou em cada caso específicamente.

Quem fala?

João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Bruno Hiago, músico, blueseiro de corpo e alma e publicitário.


Download do episódio

Confiram as Bolachadas deste episódio:
John Scofield – That’s What I Say
Racionais Mc’s – Cores e Valores
The Bad Plus – These Are The Vistas

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Playlists do Troca o Disco
É Pop Com Força – Henrique Machado
Anti-Ansiedade – João Paulo Gomiero

SNAPCHAT DO TROCA O DISCO
João Paulo: jgomiero
Henrique Machado: hredsm
Bruno Hiago: bhiago

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Críticas, elogios e sugestões para contato@trocaodisco.com.br
Arte da Capa: Eder Oliveira

  • Frank

    Nem ouvi, mas já gostei do tema.

    • Continua assim, quem sabe você não continua gostando? HAHAHAHAHA! Brincadeira manow!

  • Acabei de ouvir o programa e ficou foda, quanto ao desmantelamento das bandas em todos os casos, eu fico de coração e mente abertas quando ocorre a mudança de integrantes, acho que dependendo da banda a mudança é benéfica, no caso do sepultura principalmente.

    • Bruno Hiago

      Sem dúvida Marlos, acho que ficando de mente fechada a gente só tem a perder com coisas muito boas que podem vir. Obrigado e grande abraço!

  • Ricardo Pallone

    PQP como sempre FODA! Parabéns galera!!
    E mais uma vez, trilha sonora de ouro heim?!
    Rolou um Incognito ali que bateu forte. 🙂
    Abração!!

  • Ricardo Pallone

    Tive que voltar pra dizer: João, essa bolachada, pelo amor de Deus que coisa linda. Obrigado.

  • Diego Costa

    Saudações amigos!
    Mais um episódio foda sobre um tema polêmico e que falaram em bandas cujos fãs são xiitas pra k7, mas vocês como sempre foram estupendos.
    Só achei falta de vcs falarem sobre duas bandas: 1) Metallica após a saída do Jason Newsted que deu mó B.O. e deu uma caida no som, é, 2) Avenged Sevenfold que mudou a musicalidade da banda (pra bom ou ruim de acordo com gosto de cada um) após a morte do baterista The Rev.
    Bem, é isso.
    ABS!

    • Bruno Hiago

      Fala Diego! =D

      Obrigado e um abraço no coração, as duas bandas estavam dentro da lista das que gostariamos de ter falado, o A7X na minha opinião perdeu uma grande parte da banda sem o The Rev, pq ele contribuia muito nas composições além de fazer ótimos backing vocals, isso sem nem citar as linhas de batera. Mas vamos ver as cenas do próximo capitulo já que o batera do Bad Religion assumiu as baquetas do A7X. Já o Metallica eu gosto muito do Trujillo, acho que ele combina muito com a banda, vamos esperar esse disco novo se tem alguma novidade no baixo.

      Tenha uma boa vida!

      • Diego Costa

        Então Bruno, eu tb gosto do Trujillo mas a sonoridade assim que ele chegou não tava boa e teve as trocas de farpas entre Newsted e o resto da banda. Já o A7X realmente sofreu o baque com a partida do The Rev, tanto que as composições ficaram mais depre logo quando ele morreu, mas os caras tão se recuperando. Enquanto escrevia lembrei mais uma que nao podia ter faltado: Angra e suas trezentas formações cada vez mais briguentas!

  • Rômulo Konzen

    Correção rápida: Bruno Hiago comentou que o Andras Kisser esteve sempre lá (no Sepultura), porém Andreas não é da formação original. Atualmente apenas o baixista Paulo está desde os primórdios. Acredito que o Bruno saiba disso e apenas tenha se expressado mal, entendi o que ele quis dizer. Apenas a ERRATA aqui pros ouvintes não se confundirem.

    • Boa Rômulo Metálico!

    • Bruno Hiago

      Sabia nada Romuleras, tomei uma chicotada do Beto Carrero! HSUAHSUAHs Achei que ele tava lá desde os primordios também. =D

      bjo na alma.

  • Ruth Aparecida

    Emendando esse assunto, faz algumas semanas que ando escutando muito Lynyrd Skynyrd. Descobri os caras fuçando no spotify. Houve mudanças nos integrantes e quando fui pesquisar a história da banda, eu fiquei muito mal. Se essa mudança é legal ou não é difícil explicar, mas fico de boa enquanto a isso.

    • O Lynyrd Skynyrd é uma banda que eu gosto muito, mas eu acho que devido a quantidade absurda de mudanças (principalmente a primeira que foi a mais drastica) eles acabam se apegando no repertorio clássico da década de 70, mas ainda hoje lançam discos bem legais, mas parece que não há uma preocupação em divulga-los

  • Yane

    Opa senhoritos!!

    Só falando do Rodox, a banda acabou em 2004. Por isso nem se vê falando mais. Lançaram só 2 álbuns se não me engane. Ela não era uma banda evangélica, só Rodolfo era evangélico, ai terminou que ele foi caminhando pra músicas cada vez mais confessionais (do evangelho) e os demais integrantes da banda não tavam na vibe. Aí acabou. Desde então ele trabalha solo e com músicas confessionais. =) o/

  • Fala, musiqueiros!

    Ótimo episódio! Acredito que todas as bandas devem ter a liberdade de fazerem um balanço e decidirem por novos membros, novas pegadas musicais, e até pelo encerramento das atividades. Não dá pra ficar escravos do público.

    Permitam-me ajudar num ponto que vocês tiveram dúvida. Sobre o Rodox, acredito que há vários aspectos que combinaram para a banda não ter um grande alcance no meio evangélico.

    – A banda não se classificava diretamente como gospel, apesar de transmitir valores cristãos nas músicas.
    – O Rodox durou só 2 anos, enquanto outras como Oficina G3, Fruto Sagrado e Resgate já possuem uma carreira de décadas se relacionando com o público.
    – Ao criar o Rodox, Rodolfo quis fazer uma banda que passaria nas músicas valores do cristianismo sendo que ele era a única pessoa da banda que possuía essa fé. Ainda por cima, ele era recém convertido e tinha pouca experiência e maturidade como cristão. Esse cenário gerou discórdias e conflitos internos na banda que levaram a uma rápida dissolução do grupo.
    – O som da banda possuía características que a maioria do publico evangélico brasileiro não está acostumado: som pesado demais, ao ponto de abafar a voz, e letras com uma linguagem muito filosófica, que vai jogando frases quase soltas (embora coerentes).

    Abraço!

  • Bandas desmanteladas: Mamonas Assassinas. Desculpa, não podia perder essa kkkkkk

    • Bruno Hiago

      Pego pesado! HSUAHSUAHUSH

  • Tá na lista com certeza. Tema bem interessante.

  • Branco Dunn

    Mal conheço o cast e já estou fazendo maratona. Parabéns, finalmente um podcast de alto nível sobre música, já viraram referência para mim! Sugestão de tema: John Zorn, Mike Patton e Música Experimental

  • Jamerson

    Musiqueiros,
    Sou da turma do conheci-há-pouco-e-tô-fazendo-maratona.
    Descobri o Troca o Disco através de uma maratona em outro programa, o Beercast.
    Estava órfão do Música na Lata, mas quando ouvi o TD, meu coração se encheu alegria novamente.

    Sobre a sketch do episódio, eu já passei por várias situações assim, e percebi que o “vamo marcá” é protocolo para despedidas.
    Tem um protocolo para iniciar a fatídica conversa aleatória, que é o “tá lá ainda?”, usado quando o cara vai te perguntar sobre seu trabalho, mas não faz ideia do que vc está fazendo.

    Ótimo episódio!
    Eu só não entendi muito bem ainda, o que é o bloco de Bolachadas, hein, João Paulo.

    Abraços, manolos; e tenham uma boa vida, vcs são foda!

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