É isso mesmo musiqueiro, o Super-Trunfo musical do Troca o Disco está de volta! E nesta segunda edição, a pancadaria promete ser muito mais acirrada. Quem vai sair inteiro desses Duelos de Titãs Musicais? Só ouvindo pra saber…

Ouça também: Troca o Disco #41 – Duelo de Titãs Musicais

Quem fala?
João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Bruno Hiago, músico, blueseiro de corpo e alma e publicitário.


Download do episódio

Bolachada do Ouvinte
Felipe Gandolfi:O som se parece muito com o Jota Quest, mas não cai nos erros atuais da banda brasileira.”

Padrim
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Arte da Capa: Eder Oliveira

 

  • Lucas França

    Saudaçõõões musiqueiros de plantão. Antes de começar a falar sobre o episódio, quer me justificar dizendo que vou ouvir o programa nas brechas da faculdade, então vou fazer vários comentários.

    Dito isso, vou comentar sobre a primeira briga: Criolo X Emicida. Como fã tiéte de rap e adorador de ambos, acho que tenho um certo embasamento pra falar (ou não).
    O Emicida sempre teve uma habilidade INACREDITÁVEL com a rima. Versos fortes, letras pesadas e que te deixam sem fôlego. Músicas que te fazem pausar e ver a letra. Como foi dito, ele sempre teve como base o rap estadunidense, porém, no último álbum, mostrou mais que isso. Usou música brasileira, música africana, os versos marcantes de sempre e o bom e velho beat. A performance dele, como foi dito, é IMPECÁVEL. Não existe uma nota fora do lugar. Além de contar com uma banda excepcional e uma vocalista, Anna Trea, que tem uma das vozes mais doces que já ouvi na vida.
    O Criolo é diferente. É um respiro para o rap. Une ele, mais do que nunca, a música brasileira; ao samba, ao reggae (não é brasileira mas nós produzimos da mais alta qualidade), entre vários outros. Com letra marcantes, porém confusas às primeiras ouvidas. O show é muito bom, mas não chega nem perto da perfeição.
    Antes de dizer quem eu acho que venceria, se é que não deu pra perceber, vale dizer que eles são os maiores nomes do rap nacional desde o Sabotage e que, sinceramente, acredito que ambos vão ficar para a história da música brasileira, mas de maneiras diferentes. O Emicida vai ficar como o cara que foi multicampeão de todas as batalhas de rima, aproximou o rap brasileiro da África e trouxe de volta o discurso original, de resistência e afirmação da cultura negra. Já o Criolo, vai ficar como o cara chapadão que aproximou o rap da música brasileira e gerou um novo estilo de rap.
    Vamos ao meu veredito: Emicida alia rimas afiadas e marcantes com instrumental e beat memoráveis e um discurso forte. O Criolo me parece um cara que eu mostraria pra minha mãe, saca? Apesar do flow que o rap leva, se assemelha muito com a MPB e o samba. Não que isso seja demetiro, muito pelo contrário.
    Depois disso tudo, acho que o Emicida ganharia. Mas ainda defendo que eles iriam sentar em um bar, abrir uma cerveja e ficar conversando sobre a metafísica na obra de Kant.

    Saindo da disputa, o Emicida mostrou alguns trechos do álbum novo pelo Snapchat e PUTA QUE PARIU. Não me pareceu uma quebra gigante com o Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, mas uma afirmação e um aprimoramento dele. É como se ele tivesse pegado algo que já era maravilhoso e levou pra um patamar ainda mais alto.

    Volto depois com o comentário sobre a próxima batalha.

    • Que massa man. Curti sua análise do duelo todo. Acho que tem todo o lance na poesia do Criolo que as vezes soa meio jocosa também que eu acho interessante. A utilização de elementos da cultura pop nas rimas, tipo x-box, chewbacca e coisas tipo “Rancho da Pamonha”. Acho que isso é um ponto a ser levantado… a habilidade do cara de falar sério e inserir elementos que seriam impensáveis em um Rap de maneira que soe “engraçado” ou diferente, mas que ainda assim passe a mensagem.

  • Thamires Manoela

    Só acho que o Fábio Junior deveria ter ganhado só por ter feito a Cléo Pires, cara sou mulher, mas é a Cléo Pires, o John Mayer só ganharia se pegasse a ela.

  • Deyse

    Saudaçõeees musiqueiros!!

    Bom, vou ser bem direta no meu julgamento (hahaha)

    Emicida x Criolo = Emicida
    Tico Santa Cruz x Badauí = Badauí
    Pepê e Neném x Daft Punk = Pepê e Neném
    Fabio Jr x John Meier = Lógico que é o Fabio Jr, gente!!!
    Champignon x Canisso = Champignon
    Zezé di Camargo x Axl Rose = Zezé di Camargo (Eu tenho o cd “Amigos”)
    Pe. Marcelo Rossi x Pe Gato = Pe Marcelo Rossi.

    Cara, vocês são demais!!!
    As comparações foram muito engraçadas. Pensa numa pessoa rindo sozinha dentro de um ônibus LOTADO! Pensaram? Pois é, era eu!
    Amei!

    Deixo aqui uma bolachada de um cara que já sou fã.
    Pétalas – Raul Limma.
    https://www.youtube.com/watch?v=G91l5bUPWWg

    Beijos!!!

  • Pedro Cassimiro

    A briga do Kurt com o Axl (segundo a história que ouvi por isso não posso afirmar que é verídica), é que no VMA de 92 esposa do Kurt que estava bêbada ficou falando merda pro Axl, tirando sarro da forma que ele cantava e outras coisas mais. O Axl mandou o Kurt colocar a mulher na linha, Kurt soltou uma frase irônica, e o Axl partiu pra cima dele, os seguranças seguraram os dois e Axl cuspiu no Kurt.
    Fábio Jr > John Meier

  • De Jesus, G.

    Salve, Salve, musiqueiros!
    este é o velho troca o disco de várzea, troca o disco moleque,Troca o disco raiz!!
    um abraço, força e perseverança no manejo da mesa de som!

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