Neste Troca o Disco de número 80 batemos um papo sobre como funciona a Indústria Cultural e sobre valorização de cultura, esta que por sua vez é praticamente inexistente nos dias de hoje.

Ouça também: Troca o Disco #24 – Desmistificando a figura do Maestro

Quem fala?
João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Maurício Monteiro, professor, doutor em musicologia e mestre Jedi.

Clique aqui para visualizar as fotos da gravação do episódio por Bruno Morgado


Para fazer o download, clique com o botão direito do mouse aqui e em “salvar arquivo como…”

Bolachada do Padroeiro
Tomasz Stanko – Terminal 7

Faça como: Carlos Del Valle, Glauber Coelho, Dienifer Schmitt, Rhamsés Soares, Matheus Eduardo, Pedro Cassimiro, Douglas Lombardi, Douglas Lima, Felipe Bonício, Pedro Geloso, Deyse Mello, Caio Manzaro, Caio Lívio e Danilo Battistini.

Colabore com o Troca o Disco no Padrim e receba brindes exclusivos!

Tenha acesso a todas as Sessions que já rolaram no programa na íntegra clicando aqui.

Divulgue o Troca o Disco!
Não deixe de assinar nosso feed no itunes e dar 5 estrelinhas para o nosso Podcast
Críticas, elogios e sugestões para contato@trocaodisco.com.br
Arte da Capa: Eder Oliveira

  • Fica difícil dizer alguma coisa após a aula do Maurício Monteiro nesse episódio mas vou me arriscar a comentar.

    Podemos ver no dia a dia e também nos livros de história que, independente de época e sociedade, o ser humano em geral é altamente manipulável. Daí é que se nota a existência da chamada “massa de manobra” que engloba a grande maioria da população. Claro que há sempre as exceções, uma minoria que consegue ser menos manipulada ou até mesmo exercer manipulação. Isso ocorre nos mais diversos âmbitos sociais. Mesmo em se tratando de produção cultural, a manipulação de massa não se restringe à música. Podemos tomar por exemplo o cinema que tem tantos filmes ruins rendendo fortunas.

    E a lógica é simples. O que dá mais lucro? O que custar menos e vender mais. Então vamos cortar os custos com aperfeiçoamento técnico, qualificação artística, tempo de criação, composição poética e por aí vai. Vamos focar o público mais receptível possível e investir em marketing. Pronto, retorno financeiro garantido. Artistas e empresários (medíocres) ricos e público satisfeito. Sim, mesmo com a baixa qualidade, o público fica satisfeito por que foi convencido de que aquilo é o que há de bom. E é isso que deixa o mainstream do jeito que está em diferentes estilos musicais e nichos de mercado do nosso Brasil, como o sertanejo, funk, pagode, rock, gospel, teen, brega e outros. Não significa que tudo isso é ruim, mas que a maioria teve a qualidade e até a profundidade desprezadas em favor do lucro.

    Tá certo que nem toda música precisa ser uma “Stairway To Heaven”, assim como nem todo filme precisa ser um “O Poderoso Chefão”. Podemos aceitar sim algumas coisas medianas e descompromissadas, como por exemplo para aquele momento que você quer curtir alguma coisa leve e que não exija muito da sua atenção. Nem por isso devemos estar satisfeitos em consumir um mar de obras rasas e de baixíssima qualidade onde apenas uma ou outra se destaca.

    Forte abraço!

  • George

    meus queridos, estou procurando o texto citado na introdução “a regressão na audição e o fetichismo na musica” de T. Adorno, quem tem pode compartilhar? valeu

  • Pingback: Troca o Disco #85 – A Era de Ouro do Rádio – Podflix - Podcast()

  • emersonfn

    Sensacional. Top.

Newsletter Troca o Disco
Receba novidades com antecedência em seu e-mail
Seu e-mail não será compartilhado.