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Britney Spears - Glory
3.2Nota
João Paulo
Henrique Machado
Bruno Hiago

Mais um album review pelo Troca o Disco e desta vez, falamos sobre o novo álbum de Britney Spears, o tão aguardado “Glory”. A idéia desta série de Podcasts é bater um papo sobre um único disco que já está na agulha da galera, mas que gostariamos de dar a nossa opinião e abrir a discussão com você, querido ouvinte!

Ouça também: Album Review #02: Beyoncé – Lemonade

Quem fala?
João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Bruno Hiago, músico, blueseiro de corpo e alma e publicitário.


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Arte da Capa: Eder Oliveira

  • Wes

    Pô, gostei do review. Foi sincero, justo e, mesmo eu não concordando com uma ou outra opinião, achei bem honesto (assim como o Glory). Parabéns! Confesso que não estava esperando boa vontade das pessoas, já que é um disco da Britney Spears e a galera que não é fã gosta mesmo é de esculachar. Da parte técnica do álbum eu não sei dizer; vocês que manjam essa parada já falaram o que era preciso, acho. Falo como fã de longa data: Glory é divertido. Começa com a própria voz da Britney, bem menos sintetizada. Ela desafina um pouquinho aqui, não alcança uma nota ali. Mas É ela, chamando a gente pra dançar (mentira, ela chama a gente pra transar da primeira à última música (eu vou, gata, mas só se você for o meu ativo, rs)). O que eu ouvi foi uma sucessão de músicas descompromissadas, como se a única pretensão fosse divertir o ouvinte. Eu não esperava isso. Aliás, eu esperava desde 2008, mas achei que não ia vir.

    Flw!

  • Giovane Lima

    Achei bacana o review por parecer um bate papo com bons amigos numa mesa de bar. Discordei de algumas coisas, mas faz parte. Tem um trecho do podcast onde falam que ela é muito pop, e realmente, a Britney sempre foi genuinamente pop… e tem feito isso ao longo desses quase 20 anos de carreira, até do jeito antigo, diria. Uma coisa que eu gosto nos trabalhos dela é que a proposta é sempre a mesma, divertir o ouvinte. Ela sempre traz um projeto descompromissado, despretensioso, aquele som pra gente ouvir felizão no carro ou cantarolar quando começa a tocar na C&A. O Glory foi uma grata surpresa, e não acho que ele seja pouco inventivo. O disco todo é bem trabalhado, bem produzido e emendadinho. Faixa por faixa, todas elas formam uma vibe que casa no produto final. Ela já tinha dito em uma entrevista que esse álbum seria uma coisa mais chillin’, e cumpriu com o prometido. O disco embala, é gostosinho de escutar, e as músicas vão crescendo aos poucos, como se a ordem delas tivesse sido estrategicamente pensada para que o ouvinte sentisse a vibe crescer junto faixa após faixa. Pra mim, é o melhor trabalho dela depois do In The Zone, que sempre vai ser a sua maior obra prima.

  • heydiamandia

    O review foi bom, mas os argumentos de que ela é “muito pop” e que Britney Spears é “venda” foram o que realmente limitou esse podcast. Consegui – remando – ouvir os 30 minutos pelos argumentos se resumirem em poucos aspectos. Nós fãs, não víamos um trabalho tão bom dela desde o ITZ. Sem contar as comparações à Demi Lovato e outros artistas novos no ramo. Britney exala pop, o nome dela traz isso à tona, e isso é irrefutável. O álbum é gostosinho de se ouvir, é relaxante e é algo BRITNEY. Não é dor de fã, é uma crítica construtiva em relação à limitação de vocês quando o assunto é o meio pop. Em geral foram sinceros, e isso é bom.

  • Renan Cruz

    Gostei do review, embora discorde sobre alguns pontos como identidade.
    Não entendo muito sobre a parte técnica, mas concordo com o dito sobre forçação de pitch.

    Talvez teria sido mais interessante se vocês tivessem feito o review da versão deluxe do álbum,
    São mais 5 músicas com sonoridades e até idiomas diferentes (espanhol e francês).

    Meus destaques do álbum: Private Show, Do you wanna come over, Slumber Party, Change Your Mind (No Seas Cortes) e If I’m Dancing.

    De forma geral, achei 3 uma nota positiva pra uma galera que não é grande fã de música pop.

    Valeu 😉

  • Jônatas Candido

    Acho que álbum soa como morno na definição de vcs, pq talvez tenham focado apenas na versão comum, fica uma dica, as melhores músicas ficaram para versão Deluxe. Espero que vcs tenham ouvido. Destaques para Change Your Mind (No Seas Cortes), Liar e If I’m Dancing

  • Cassio Guedes

    Como já disseram, grandes destaques do álbum estão na versão deluxe, como If I’m Dancing, Change Your Mind e Liar. E não foi nada citado sobre essa parte do álbum. Acho que sem levar em consideração essas canções, a nota do álbum realmente cai. E pra mim, o melhor álbum da Britney é o Blackout de 2007, mas o In The Zone de 2003 também é muito foda.

  • Achei o review ótimo. E ler/ouvir reviews é concordar e discordar de algumas coisas, porque um bom review tem opinião e ninguém pensa exatamente a mesma coisa. Mandaram muito, parabéns!

  • André Alcantara

    Eu até gostei do review, mas acho que ficou faltando um olhar especial sobre os materiais da própria Britney. O álbum pode até não oferecer algo novo para o cenário Pop, mas acredito que oferece um som novo e muito mais contemporâneo para o catálogo de músicas da Britney Spears… Parece que ninguém olhou por esse ponto. Já tem um tempão que ela vem falando sobre apostar em algo mais “urban” e atual, e essa foi ideia inicial para o Glory.
    Outro detalhe é que ela não costuma se apresentar para o público como uma pessoa que “mete a mão na massa”, mas acho que vai muito mais de uma escolha pessoal dela. É por isso que muita gente tem a impressão de que ela não participa ativamente das produções, o que não é tão verdade assim. Ela está registrada como uma das compositoras de muitas músicas desse álbum e se o material seguiu uma direção melhor do que o anterior (Britney Jean) foi porque ela finalmente fez alguma coisa por conta própria; como a mesma tem falado abertamente em algumas entrevistas recentes.
    Enfim, é só mais um ponto de vista que pode servir até para os próximos reviews. Tem muito mais nesse álbum do que eu acabei de ouvir, mas no geral foi uma crítica legal.

  • Marcela

    Boa review! Só fiquei surpresa de vcs esperarem mais. Bom, a Britney já havia dito que o álbum seguiria uma vibe mais tranquila. Esclarecendo alguns pontos:
    – O último álbum, Britney Jean, foi um verdadeiro fracasso comercial (tb não teve uma divulgação). Então o Glory foi feito pra ser um sucesso comercial, focando no som do momento mesmo, sem correr riscos, ela mesmo disse que se inspirou no ultimo álbum da Selena Gomez;
    – Ela realmente não é de se envolver nas produções, mas isso não quer dizer que ela não seja capaz de escrever uma canção sozinha. Se vcs quiserem ouvir algumas canções feitas por ela (letra e melodia), ouçam Everytime, Someday, My Baby e Hold on tight. São canções simples, nada comerciais, mas tem a alma dela. Existem muitas outras que ela co-escreveu (são mais de 40 faixas ao todo), mas elas não representam algo profundo, são faixas as quais ela participou do processo de composição. Neste álbum, Glory, ela co-escreveu 7 músicas. Ah, existem faixas nunca lançadas oficialmente, mas q vazaram q são composições dela, como uma versão de All That’s She Wants, bem sombria e profunda. Vcs podem encontrar no youtube.
    – A questão da voz agora:
    ……….1) A Britney não gosta da própria voz, ela é insegura em relação a isso;
    ……….2) Ela não tinha maturidade musical quando gravou seu primeiro disco. Ela tinha 16 anos e teve seu jeito de cantar redefinido pelo produtor Max Martin. Se vcs ouvirem o álbum …baby one more time, verão que ela soa diferente de em algumas canções, como Soda Pop. Ou seja, o MM tornou o vocal dela mais comercial, porém ninguém se preocupou em dar tempo pra ela desenvolver técnicas vocais pra q ela conseguisse cantar ao vivo no novo jeito de cantar. Se vcs assistirem a performances ao vivo dela, verão que ela tem dificuldade em cantar, ao contrário de um vídeo q mostra ela cantando “Love can build a bridge” aos 12 anos com muita facilidade e naturalidade. Isso explica pq ela se apoio tanto no playback. Tempo é dinheiro+muita dança+novo jeito de cantar+insegurança de cantar = playback!!!
    ……….3) A voz dela é o que vc ouve no cd mesmo. Bom, o diretor musical da circus tour foi questionado sobre um cover da Alanis Morissette que a Britney fez no show, “you oughta know”, se ele tinha a gravação (ele estava liberando as versões do show para os fãs, que foram previamente gravadas em estudio) e ele disse que não tinha, pois foi ao vivo. Os únicos registos desse cover são vídeos feitos por fãs q estavam no show. Esse seria o ao vivo mais recente dela com confirmação. Então seria a melhor performance pra fazer uma comparação do vocal dela atual;
    ………4) Ela vinha sendo muito criticada, desde do álbum Blackout, em relação ao grande uso de efeitos e processamento em sua voz. Então o Britney Jean e o Glory, trouxeram o vocal dela mais limpo. O Glory me surpreendeu muito nessa questão, senti como se ela tivesse redescobrindo a voz dela, isso é bom, espero q isso tenha dado mais confiança pra ela.

    Bom, é isso! Só alguns pontos pra vcs compreenderem um pouco melhor sobre essa artista fantástica, segundo vcs mesmo. Ela é uma artista comercial mesmo, um ícone da música pop, ela mesma parece não querer ser nada além disso no momento. Pois o seu público no geral pede pra q ela seja isso, pra que ela volte a ser a perfeição q ela foi no passado a nível de performer. E na minha opinião isso é o q a impede de evoluir como artista. Espero q um dia ela supere isso e faça um trabalho que reflita ela mesma, a britney mãe e adulta q passou da gloria ao fundo do poço e se reergueu.

  • Natalia Silvestre

    Meninos falam tbm do ANTI da Rihanna e do Views do Drake!

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