O Terno - Melhor do que Parece
3.3Pontuação geral
João Paulo3.5
Henrique Machado3
Bruno Hiago3.5
Votação do leitor 54 Votos
6.6

Neste album review, falamos sobre o último album da banda O Terno, o Melhor do que Parece. A idéia desta série de Podcasts é bater um papo sobre um único disco que já está na agulha da galera, mas que gostariamos de dar a nossa opinião e abrir a discussão com você, querido ouvinte!

Ouça também: Album Review #05: Banks – The Altar

Quem fala?
João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Bruno Hiago, músico, blueseiro de corpo e alma e publicitário.


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Arte da Capa: Eder Oliveira

  • Ricardo Berlim Fonseca

    Acho muito legal essa idéia do review, mas seria legal deixar mais trechos “limpos” (sem locução) para podermos ter uma ideia melhor da música do que só no BG. Em especial quando é citada alguma parte, seria legal aumentar o volume da trilha pra que ficasse melhor, ahn, “audio-ilustrado” digamos 🙂
    Parabéns e continuem o ótimo trabalho.

  • Vitor Costa

    Achei bem legal a ideia desse álbum. Muita originalidade e coragem de seguir por essa linha mais vintage e menos POP. O que vale destacar também foi o trampo que deve ter dado nos arranjos e na pré-produção do disco. As músicas seguem (quase) todas não lineares, com quebras e mudanças. Pra galera da banda que tá trampando pra fazer um som original e de qualidade desde 2009 eu acho que esse álbum valeu a pena.

  • Caio Medeiros

    Massa o review, mas uma coisa me deixa inquieto: essa de se “incomodar com saudosismo”. Acho que a gente deve ouvir um álbum e procurar essencialmente por boas composições, independente de supostas “inovações”. Até porque muita coisa que é rotulada inovadora hoje em dia não passa de um monte de máscara de produção (uma mixagem bizarrinha, beats e samples, drum machines e sintetizadores) com uma melodia e progressão de acordes que deixam muuuuito a desejar. Acho que quem faz um álbum que bebe de influências antigas tá preocupado em fazer um som legal e apenas imita (quiçá reproduz) aquilo que é mais excelente na música para ele (ou ela, ou eles), e não apenas em gravar com equipamento analógico só porque é cool ou usar bigodinho de sgt. pepper’s por modismo hipster. Inclusive acho que “saudosismo” é muito… julgador? Sei lá… Quando a gente fala que alguém é saudosista só por ser saudosista (pera lá, eu sei que vocês não disseram exatamente isso), a gente ignora as razões reais por trás disso. É que nem quando as pessoas pressupõem que gente mais velha rejeita inovações e o caramba só por causa de reacionarismo e conservadorismo, sem perceber que pode existir uma série de razões lógicas (e muitas vezes corretas) por trás de tais posicionamentos. Eu já bati muito a cabeça pra ouvir umas bandas indies contemporâneas super consagradas e Kanye Wests da vida, mas não consigo engolir! Prefiro mil vezes ouvir um Genesis que me frita o cérebro e que foi inovação real que dura até hoje como um negócio hiper-inspirador. Aliás, vocês mesmos falaram de como é interessante ouvir a evolução do Terno do segundo álbum pra esse, por causa do amadurecimento no uso de harpas e cordas. Mas para pra pensar: toda banda da década de 60 passou por transformações idênticas! E isso não invalida a evolução dos caras como puro “saudosismo”. Inclusive alguém falou super bem da Dônica… Só que essa é uma banda talvez até mais “saudosista” que o Terno! Mas não me entendam mal, até porque não sou fanboy dos caras e acho que um 3,25 seria justíssimo. Talvez seja só o meu saudosismo… haha 🙂

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