Ao longo dos últimos anos, o mercado da música tem sofrido uma queda considerável no consumo de instrumentos e equipamentos musicais. Neste episódio, batemos um papo a respeito dos possíveis motivos que justificam esse declínio e desinteresse de investimento neste segmento.

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Quem fala?
João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Bruno Hiago, músico, blueseiro de corpo e alma e publicitário.


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Arte da Capa: Eder Oliveira

  • Ricardo Berlim Fonseca

    Prezados,
    Antes de mais nada, senta que isso vai demorar um pouco 🙂
    Parabéns por mais um excelente episódio! Adorei a discussão, ainda que não tenha chegado propriamente a uma conclusão. Concordo com muito do que o Bruno Hiago disse e creio que há no João Paulo um certo “saudosismo”, o que é bem natural. Com certeza não acompanhamos tão bem o que a molecada de hoje está fazendo e acabamos ficando um pouco mais críticos, de certa forma, exatamente como nossos pais faziam conosco (quanta ironia!!) 🙂
    Gostaria de dar minha opinião sobre o tema também. Minha esposa já teve um negócio na área musical e vimos quando a crise começou a se abater no setor, ainda em 2014. Além do problema do dólar que incide muito forte na área de instrumentos musicais, visto que grande parte de todos os instrumentos são fabricado fora, em especial na China. (O próprio Seizi Tagima, agora com a marca Seizi afirmou durante um workshop que era mais barato fabricar e importar as guitarras dele de lá do que fazê-las aqui e que, instrumentos na china são compatíveis em qualidade com marcas excelentes, desde que você esteja disposto a pagar pelo processo de produção mais caro, o que fará o instrumento final ser mais caro para o consumidor também) há também o grande problema de que a música é considerado um luxo. O ensino de música é caro, e normalmente é a primeira coisa a ser cortada do orçamento de uma família quando o dinheiro fica curto. É uma coisa muito infeliz, mas vi isso acontecer muito de perto. Outra coisa que também pode ser considerada e que instrumentos musicais são bens razoavelmente duráveis (diacho, tenho um baixo Yamaha de segunda mão que deve ter bem uns 15 anos e está perfeito) e, se pararmos pra pensar razoavelmente caros (piano Roland de 72 mil reais!!!). Até por isso o mercado de usados é muitas vezes bem tentador (minhas pesquisas de OLX que o digam!)
    Acredito que, superada a atual crise, o mercado deve voltar a dar uma respirada e sou otimista quanto ao futuro. Acredito que o mercado vá mudar muito ainda, mas certamente as pessoas não vão deixar simplesmente de comprar um instrumento musical 🙂 De qualquer maneira, gostaria de ver o assunto ser abordado novamente no futuro e com algum convidado da área do mercado musical, um economista, sei lá, pra aumentar ainda mais a treta! 😀 De qualquer maneira, um ótimo episódio e parabéns pelo podcast.

  • Assunto muito delicado para decidir qual o “culpado” da queda das vendas dos instrumentos. Na minha opinião, a desvalorização da música, principalmente aqui no Brasil, é o maior culpado. Como foi abordado no podcast, vemos poucos jovens se interessando por música – quase não vejo bandas de garagem; não há mais aula de música nas escolas, pelo menos nas que conheço; a fama de artistas musicais que na sua maioria, não são músicos ou instrumentistas. Por que alguém se dedicaria anos em algo que “não dá futuro”? Com o passar dos anos, estamos sendo criados para gostar menos de música de verdade e passar a gostar de ruídos.
    Claro que o fator economico atrapalha um pouco, mas a sociedade atrapalha mais.

    Grade abraço e continuem com o excelente podcast!

  • Thiago_Ibrahim

    Voltando a ouvir e comentar.

    Podcast meio confuso, mas essa confusão é legal no Troca o Disco. O Bruno Yago participou só pra causar, né?

    Sobre os “hobbistas” termo usado pelo Bruno Yago, vocês esqueceram de um mercado enorme no Brasil: os músicos de igreja, do qual eu faço parte. A música faz parte da vida de todo cristão, então muitos jovens dentro das igrejas são incentivados a tocar por hobbie.

    Entretanto, mesmo nesse meio, assim como todo o Brasil a música tem sofrido com a falta de interesse mesmo. Eu pretendo fazer a minha parte incentivando o meu filho a aprender música.

    É isso. Só queria contribuir com isso. Abraço!

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