De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de auditoria e consultoria Deloitte e divulgada pelo Financial Times, o mercado de discos de vinil pode chegar aos dígitos dos trilhões de dólares em lucro até o fim de 2017. O interesse pelas clássicas bolachonas continua crescendo de forma surpreendente.

Os números batem com outra pesquisa feita pela Buzz Angle Music: de acordo com eles, as vendas de vinil aumentaram 25,9% em 2016, representando 8% da venda “física” de música em geral. Isso é uma grande vitória, visto que, durante o ano que passou, todo o mercado de venda de música, seja digital (MP3, por exemplo) ou físico (CDs) perdeu de lavada para o consumo de música por streaming – vale dizer que 1,2 bilhões de músicas eram tocadas por dia através dos serviços de streaming, muito mais que a quantidade de a quantidade de músicas baixadas legalmente durante todo o ano (734 milhões).

Voltando ao assunto do vinil, esse aumento no interesse pelos discos pretos não é registrado desde os áureos tempos da mídia nos anos 80. A previsão para esse ano é que sejam vendidos 40 milhões de discos em vinil – soma-se isso à contínua procura por aparelhos de toca-discos e acessórios em geral, esse mercado pode movimentar até 1 trilhão de dólares até 2018. De acordo com o diretor de tecnologia, mídia e telecomunicações da Deloitte, Paul Lee, “Os consumidores estão optando por comprar algo tangível e nostálgico e a um preço de que converte às gravadoras receitas significativas.”

  • Lukas Matos Fernandes

    O barulho da agulha no acetato é uma coisa de outro mundo, nao peguei a época de ouro do vinil mas consegui ter a experiencia de ouvir. A velha nostalgia ataca novamente, trilhões de dinheiros é muita grana véi.

  • Sueli Souza

    Tenho 300 disco de vinil lps para vender vários gêneros musicais

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