O carnaval chegou mais uma vez e com ele, todos os hits de qualidade duvidosa como de costume. Acompanhe a involução dos hits de carnaval ao longo dos anos de 2010 até hoje.

Quem fala?
João Paulo, produtor musical e editor no Troca o Disco.
Henrique Machado, técnico em áudio, edição dos podcasts e revisão no Troca o Disco.
Bruno Hiago, músico, blueseiro de corpo e alma e publicitário.


Para download, clique com o botão direito e “salvar arquivo como…”

Colabore com o Troca o Disco no Padrim e receba brindes exclusivos!
Faça como: Carlos Del Valle, Glauber Coelho, Dienifer Schmitt, Rhamsés Soares, Matheus Eduardo, Pedro Cassimiro, Douglas Lombardi, Douglas Lima, Felipe Bonício, Pedro Geloso, Deyse Mello, Caio Manzaro, Caio Lívio, Danilo Battistini, Thaís Regina, Daniel Medina, Wedson Desiderário, Fábio Halmenschlager, Francine Emilia Costa, André Stábile, Glauce Leandres e Julio César Margraf.

Confira as Sessions que já rolaram por aqui na íntegra clicando aqui.

Divulgue o Troca o Disco!
Não deixe de assinar nosso feed no itunes e dar 5 estrelinhas para o nosso Podcast
Críticas, elogios e sugestões para contato@trocaodisco.com.br
Arte da Capa: Eder Oliveira

  • Ricardo Berlim Fonseca

    Opa, um ótimo episódio raiz, bem leve, pra começar o ano. Estavamos precisando disso!
    Vem cá, vocês notaram que os “hits” de carnaval estão cada vez mais parecidos com funk carioca? Estranhissimo!
    E não percam fé no futuro musical da humanidade, já sobrevivemos a muita coisa ruim!

  • Que saudade do Troca o Disco tradicional! Congratulo a empreitada de vocês no YouTube, mas como véio paia que sou, não tenho tempo para youtube então dou toda a preferência pro podcast. Esse episódio estava se encaminhando pra um final muito triste, eu já tinha pendurado a corda no ventilador de teto e estava subindo no banquinho, ainda bem que chegou o bloco de bolachadas com algumas bolachadas espetaculares para afastar os pensamentos suicidas e desinfetar o ouvido das “músicas” de carnaval… As bolachadas renovaram a esperança na humanidade!!! Abraço! (Felipe Trindade – Passaporte Orlando)

  • Wellington Marcos Hendrix

    Gostei do podcast, sou assinante. Concordo com quase tudo que foi falado, mas o ponto da discordia é que a musica “ruim” (especialmente no fim do podcast) foi associada a falta de cultura, mas te digo… em festas de faculdade (onde a maioria faz parte de classe media alta) é onde toca a maior parte das musicas ruins (sertanejo, funk, pagode) e sao pessoas digamos, “culturalmente elevadas”, que ja moraram em outros paises, falam outros idiomas etc. essa semana mesmo uma festa da alta classe, num dos lugares mais caros da minha cidade (Marilia – SP) aconteceu uma festa da medicina e rolou funk a noite toda. Entao eu diria que o problema nao é cultura (ou falta dela) e sim preguiça (e o lance da putaria que essas musicas incentivam) e a massificacao da midia. Nao creio que seja problema cultural (academica) pq ja passei tambem em lugares extremamente pobres da cidade onde a pessoa mal tinha estudos e ouvi alguem numa casa ouvindo Mozart, e em outra Pink Floyd. Em outras epocas tambem haviam as coisas ruins, os one hit wonders etc, mas a midia nao as enfatizavam tanto, as radios tocavam o que o DJ achava bom e nao rolava jabá de grvadoras. Vcs mesmo concluiram, a grana dita a moda, aí sim concordo 100%

Newsletter Troca o Disco
Receba novidades com antecedência em seu e-mail
Seu e-mail não será compartilhado.