Caros musiqueiros, venho por meio deste post transmitir a ideia de como enxergo o papel das trilhas sonoras no mundo cinematográfico. E para elucidar isso, não consigo pensar em nada melhor do que começar por uma analogia: Imaginem um corpo humano, belíssimo, cheio de formas, membros delineados, com feições bastante simpáticas… Porém, de certa forma ele assusta, não se movimenta, está cinza e frio. Agora, imaginemos que ao fundo comece a tocar uma canção, e o corpo comece a corar-se lentamente, ao passo que música vai tomando maior espaço no ambiente. O corpo antes frio e acinzentado começa a se enrubescer e a aflição passa. Agora o que vemos não parece ser um cadáver, mas uma pessoa dormindo de forma tranquila, respirando lentamente e através de sua face é possível ver que essa pessoa está sonhando algo bastante agradável.

Desta forma eu imagino que o filme sem a trilha sonora é o corpo. Por mais belo que seja, estava morto, imóvel, ao ponto de ser assustador. Entretanto, ao ritmo que a música vai tocando a sensação ruim da morte vai se esvaindo e o corpo readquirindo vida, como se a sua alma voltasse a possuí-lo. Alma é o papel da trilha sonora para um filme. Essa ferramenta tem o poder de intensificar nossos sentidos e emoções, auxiliando a cena a ganhar mais intensidade. É ela que impõe o tom do gênero que se está assistindo, se o filme se trata de algo romântico, temos Frank Sinatra, de suspense uma orquestra sinfônica e assim cada filme ganha sua identidade.

A trilha sonora pode ser tão marcante quanto a própria obra cinematográfica, e para ilustrar isso, deixo alguns exemplos, pois,  são tantos vídeos com trilhas memoráveis que fica difícil fazer esta selecão.

Rei leão – O ciclo Sem Fim

Star Wars

2001 – Uma Odisseia no Espaço

Perfume de mulher – Por una Cabeza

Titanic – My Heart Will Go On

He’s a pirate – Piratas do Caribe

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