O Cravo é o antepassado do Piano, por isso ele também é um instrumento de teclas e cordas. Este instrumento pertence ao grupo das cordas pinçadas, ou seja, geram o som tangendo ou beliscando uma corda ao invés de percuti-la como no piano ou no clavicórdio. Dado esse fato que ele fornece um som muito característico aos nossos ouvidos.

Cravo de 1579

Suas referências mais antigas datam do final do século XIV e início do XV. Foi bastante utilizado até o final do século XVIII, mas no século seguinte caiu em esquecimento, tendo um reflorescimento ao final do século XIX. O período musical referente as décadas é o Barroco (1600 – 1750 aproximadamente), onde o Cravo foi mais utilizado na história da música aparecendo em grandes composições de Johan Sebastian Bach.

Hoje em dia o cravo pode ser encontrado como instrumento contínuo na música de câmara e na ópera, mas ainda em especial quando se performam músicas do período Barroco.

Esse é o funcionamento do instrumento:

Visão esquemática de um cravo 2 x 8 de manual simples:

1) Teclas, 2) Batente do nome, 3) Placa do nome 4) Pinos de afinação, 5) Porca, 6) Trilho do saltador, 7) Registros superiores, 8) Cordas , 9) Cavalete, 10) Pino de sustentação, 11) Revestimento, 12) Curvatura lateral, 13) Moldura, 14) Placa de som, 15) Folga, 16) Trilho interno superior, 17) Saltador, 18) Trilho interno inferior, 19) Base, 20) Cavalete, 21) Pino guia, 22) Registros inferiores, 23) Prancha de afinação, 24) Pino balanceador, 25) Estrutura do teclado.

Dois exemplos de músicas onde o Cravo tem grande evidência e que me agradam muito musicalmente:

Bach Harpsichord Prelude and Fugue in C major

Bach – Brandenburg Concerto No.5 in D

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